Gigante das Buscas vê sua tentativa no Desktop 'flopar'
O vice-presidente sênior de hardware do Google, Rick Osterloh, esteve presente no Mobile World Congress 2017 e afirmou que a companhia irá parar de fabricar os Chromebooks.
Os notebooks premium do Google utilizavam o codenome 'Pixel', que será reaproveitado para a linha de Smartphones da empresa. Rodando o fracassado Chrome OS, sistema do Google baseado em Nuvem e inspirado no navegador Google Chrome, o produto tinha várias falhas e inferioridades se comparado aos concorrentes, principalmente ao líder de mercado, o Windows.
O OS do Google em desktop, por ser baseado em nuvem, rodava somente aplicativos - e muito mal otimizados. - do Android de forma online. Ou seja, era muito dependente de conexões com a internet. Além disso, as limitações do hardware, tendo em vista a proposta limitante do OS, não permitiam instalar programas mais pesados no mesmo - não que existissem programas X86 para o mesmo. A Experiência frustrava o consumidor, que muitas vezes se via comprando o produto apenas como uma maneira fácil e rápida de acessar a Internet. Tal proposta já havia sido apresentada antes, nos fracassados NetBooks, e ainda assim, os mesmos levavam vantagem sobre os ChromeBooks, uma vez que rodavam o maduro Windows e não tinham necessidade de conexões permanentes com a internet.
A Google agora deve focar seu empenho no Projeto Andrômeda, uma nova iniciativa apresentada pela empresa que visa competir com o Windows 10 e a Universalização dos sistemas. Se ela conseguirá, aí são outros quinhentos, mas ninguém a impedirá de tentar.
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A Google agora deve focar seu empenho no Projeto Andrômeda, uma nova iniciativa apresentada pela empresa que visa competir com o Windows 10 e a Universalização dos sistemas. Se ela conseguirá, aí são outros quinhentos, mas ninguém a impedirá de tentar.
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